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Diretoria AGERH

De que lado você está?

Uma pergunta simples mas que a resposta exige verdade e justiça para ter valor. Por muitos anos sofremos influência de modelos americanos, europeus e japoneses em nossas vidas e acreditamos que eram infalíveis, até o momento em que o mundo se viu envolvido pelos idos finais de 2008.

E aí José? O que faremos agora? Perguntavam eles.

Ninguém ousava olhar para os lados de cá do mundo buscando respostas para os problemas que estavam à porta e que corroíam as maiores economias do planeta como um vírus avassalador e cujo resultado ultrapassava a crise de 1929, considerada a maior da era contemporânea. Foi nesse cenário que o gigante acordou e mostrou ao mundo a sua capacidade de resposta, revigorado por uma economia estável em franco desenvolvimento e alicerçada por um PIB sustentável.

E o medo que presenciamos nos quatro cantos do mundo? Perguntavam os céticos.

Digo que ele era expressão daqueles que não tinham as suas raízes aqui e que precisavam socorrer as suas matrizes que se encontravam em total desespero.

Nosso modelo “tupiniquim” mostrou ao mundo a sua cara de ciência econômica, criativa e humana onde nossas empresas, estimuladas por um povo até então calado e humilde, se tornaram o esteio de uma locomotiva que não permitiu que, por estas terras, a peteca caísse.

Uma lição de cidadania, criatividade, gestão e realização, fizeram o exemplo.

Ouvimos até: “Ele é o cara!” De devedores, passamos a credores e tudo isso, por que temos empresas sólidas, recursos humanos capazes, classes sociais em ascensão, biodiversidade, recursos minerais e naturais em abundância e um potencial territorial de oportunidades a ponto de não contermos os olhares daqueles que não nos percebiam até pouco tempo atrás. Você percebe isso?

Passamos a ser a “Bola da Vez”, mas muito mais que isso, no binômio Ser e Ter muitos ainda não sabem onde podemos chegar. Ou melhor, onde já chegamos.

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